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Brasil Em Transe: Bolsonarismo, Nova Direita E Desdemocratização


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Brasil Em Transe: Bolsonarismo, Nova Direita E Desdemocratização

Descrição Geral

Brasil em Transe: Bolsonarismo, Nova Direita e Desdemocratização é o mais novo lançamento da Coleção Pensar Político, que chega as livrarias em abril, uma série de obras voltada para o debate dos grandes temas da agenda política brasileira contemporânea, coordenada pelo historiador e professor da Universidade Federal Fluminense, Adriano de Freixo.

Organizado pela antropóloga, colunista do The Intercept e professora da Universidade Federal de Santa Maria, Rosana Pinheiro-Machado, e pelo próprio coordenador da coleção, Adriano de Freixo, este volume reúne sete artigos, escritos por professores/as e pesquisadores/as de diferentes instituições acadêmicas, que em um debate interdisciplinar procuram jogar luz sobre as causas e consequências dos processos de desdemocratização e avanço conservador que têm marcado a sociedade brasileira nos últimos anos e que emergiram de forma mais visível no pós-2013 e ampliaram-se nos anos seguintes, notadamente após o soft coup de 2016, que afastou a presidenta Dilma Rousseff e pôs fim ao ciclo de governos petistas.

Escritos pouco antes do processo eleitoral de 2018, eles já vislumbravam o que estava por vir e que se confirmaria com o resultado do pleito e a vitória do candidato Jair Bolsonaro e, por extensão, do “bolsonarismo”.

Neste sentido, nos textos que compõem o livro, o bolsonarismo é entendido como um fenômeno político que transcende a própria figura de Jair Bolsonaro e que se caracteriza por uma visão de mundo ultraconservadora, que prega o retorno aos “valores tradicionais” e assume uma retórica nacionalista e “patriótica”, sendo profundamente crítica a tudo aquilo que esteja minimamente identificado com a esquerda e o progressismo.

Tal visão ganhou bastante força nesta última década em várias partes do mundo, se alimentando da crise da representação e da descrença generalizada na política e nos partidos tradicionais. No Brasil, ela iria encontrar a sua personificação no ex-capitão e em seu estilo de fazer política, calcado na lógica do “contra tudo que está aí”, apesar dele mesmo fazer parte do establishment político desde 1988, quando disputou e venceu sua primeira eleição.

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